PROJETO PONTES DE ESPERANÇA (UFSC, UDESC E MST)
Nestes tempos de crises climática, financeira, política e civilizatória, de desconfiança nas instituições democráticas e nas mídias, a garantia de direitos humanos, da segurança integral, da memória viva e da história dos 40 anos do projeto agroecológico e cooperativo do MST tem um significado que vai muito além da reforma agrária.
O projeto oferece uma visão existencial que inspira esperança numa conjuntura marcada pela ansiedade e doenças crônicas, tanto para a cidade e o campo, quanto para as crianças e jovens sem horizonte vivo.
O coletivo gestor do projeto Pontes de Esperança identifica três perguntas ecopedagógicas e culturais essenciais e
interligadas, em resposta a esta crise existencial:
– Como transformar a cultura (o imaginário) dominante de desespero, desconfiança e isolamento em uma cultura popular de motivação sustentável?
– Quais metodologias criam ambientes de cuidado, calma e escuta para cultivar processos colaborativos para entrelaçar narrativas de pontes transformadoras?
– Qual narrativa entrelaçada gerará um monumento, íntimo e público, cuja criação coletiva, lucidez estética e poder poético podem simbolizar e celebrar eco-comunidades sustentáveis na prática?



