Organizado pelo Curso de Formação Permanente – Universidade e Movimentos sociais
O convite é aberto para todes da comunidade acadêmica e fora dela! São disponibilizamos certificados de horas pelo link: https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSfRb2QQKh5VVsnip7GxZF7eaQXlvt_X1Nm7ZvxKnIa1TYHJ1Q/viewform

Data: 16/06/2026
Horário: 18h
Local: Sala 407 do bloco F do CSE/UFSC
O curso já foi iniciado com a abertura, mas temos ainda 4 aulas!
A 1ª aula será neste sábado dia 13 de junho, das 14h às 18h, será realizado no auditório Tito Sena (FAED/UDESC).
As 3 próximas aulas serão respectivamente nos dias 20 e 27 de junho e 11 de julho no mesmo horário e local da primeira aula.
Organizado pelo grupo GEPETO, temas como mudança climática, financeirização da educação e impactos na escola pública serão debatidos.

Data: 22/05/26
Horário: 9h às 11h30
Local: Auditório Arq. Giseli Zuchetto Knak, CFH/UFSC, Bloco E – anexo (térreo)

Nestes tempos de crises climática, financeira, política e civilizatória, de desconfiança nas instituições democráticas e nas mídias, a garantia de direitos humanos, da segurança integral, da memória viva e da história dos 40 anos do projeto agroecológico e cooperativo do MST tem um significado que vai muito além da reforma agrária.
O projeto oferece uma visão existencial que inspira esperança numa conjuntura marcada pela ansiedade e doenças crônicas, tanto para a cidade e o campo, quanto para as crianças e jovens sem horizonte vivo.
O coletivo gestor do projeto Pontes de Esperança identifica três perguntas ecopedagógicas e culturais essenciais e
interligadas, em resposta a esta crise existencial:
– Como transformar a cultura (o imaginário) dominante de desespero, desconfiança e isolamento em uma cultura popular de motivação sustentável?
– Quais metodologias criam ambientes de cuidado, calma e escuta para cultivar processos colaborativos para entrelaçar narrativas de pontes transformadoras?
– Qual narrativa entrelaçada gerará um monumento, íntimo e público, cuja criação coletiva, lucidez estética e poder poético podem simbolizar e celebrar eco-comunidades sustentáveis na prática?